
Uma vez a filha de Karl Marx, num desses trabalhos de escola,
Há momentos em que a razão dorme

O mais engraçado de tudo é que o dedão é uma parte do nosso corpo provido de muita modéstia. Nós somos dependente dele e não o reconhecemos. Preferimos vangloriar o nosso cérebro. E o dedo, tadinho, nem faz questão de ser importante. Vai ser humilde assim lá na China, viu! Inclusive tem um filósofo que ainda não sei o nome, mas que fala disso com mais precisão que eu, que tem um texto específico sobre esse assunto. Agora... o que seriam daquelas pessoas que chupam dedo? Que pavor! O que seria do sinal que fazemos com a mão para expressar confirmação ou coisas do tipo? Como iríamos jogar gudes ( o que muitos reconhecem como bolinhas de vidro)? Nada é tão polêmico no cinema brasileiro quanto ao filme “Tropa de Elite”. De tanto ouvir as pessoas comentarem sobre a produção que vazou antes mesmo de estrear no cinema, fiquei curiosíssima e consegui uma cópia para assistir. Confesso a você uma coisa: quando terminou a trama me senti a pessoa mais impotente do mundo. Sabe? Parece que as armas que posso oferecer para a solução dos problemas são insuficientes. Foi aí que percebi que o buraco é muito mais embaixo! Depois de tanta denúncia de corrupção, não só em relação ao tráfico, mas também à polícia, a nossa Polícia, me questionei se tudo ainda haverá jeito. Para quem ainda não viu, recomendo, mas não esquece de me dizer o que achou. É impressionante o quanto a conveniência humana é testada e reprovada na relação entre povo e instituições. O pobre, favelado, traficante, numa guerra cíclica contra uma polícia corrupta que, quase sempre, perde o controle da situação (se é que já não perdeu de vez!), acabando a pedir a ajuda do BOPE para livrá-los daquele descontrole e manter um clima de “harmonia” na favela. Então, os agentes do BOPE sobem o morro com suas roupas pretas e fuzis atirando em todos como que fizessem uma faxina no quintal. É mais impressionante o quadro do cotidiano desses agentes que, ao mesmo tempo, conseguem (ou ao menos tentam) ser tão sensíveis em sua vida pessoal com suas esposas e filhos e serem brutos, cruéis e frios nas suas missões dentro dos morros.
A trama deixa claro que a nossa visão da violência dos morros é bem diferente das dos policiais, que também se distingue do olhar da elite. Um filme muito intrigante, de deixar nervoso e abismado, tamanha incompetência da ação policial.
Para que não tem medo da verdade... Essa é uma boa pedida!

Quanto ao mundo, você viu o vídeo de Bin Laden? Bizarro, né? A barba dele estava até “feitinha”! E o Bush? Que mico que ele pagou. Chamou Austrália de Áustria, APEC de OPEP e ainda saiu da reunião pelo lado errado! Esse mundo tá perdido(e Bush também!). Ah... por acaso você já ouviu o novo álbum de Engenheiros do Hawaií? Ouvi dizerem que está maravilhoso. Foi a algum show interessante? Quem matou Taís?